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Sem prejuízo aos vizinhos
15 Set 2017

Reformas no edifício não podem prejudicar vizinhos

 

Quando os moradores decidem sobre a realização de alguma benfeitoria, normalmente se preocupam apenas com o quórum para votação e com os custos que podem ser gerados, se esquecendo os efeitos trazidos por ela.

A realização de melhorias no condomínio (como colocação de toldo, churrasqueira, ar-condicionado, exaustor, aquecimento na piscina ou grades) exige certos cuidados para evitar que sua instalação prejudique qualquer apartamento ou os vizinhos, gerando ao condomínio o dever de indenizar ou de desfazer a obra.

É necessário refletir e analisar tudo previamente, pois caso o problema seja detectado após a instalação, o condomínio terá mais gastos para adaptar a benfeitoria ou para demoli-la, o que gerará perda de todo o investimento.

São vários os problemas que podem ser gerados, por exemplo: a colocação de ar-condicionado e de aquecimento de piscina exigem observância quanto ao ruído por ele produzido.

O cuidado com a colocação deve ser maior nos prédios comerciais, galpões, repartições públicas e hospitais, nos quais são colocados grandes aparelhos que às vezes funcionam dia e noite.

Dependendo do modelo do aparelho, barulho pode ser tamanho, a ponto de incomodar toda a vizinhança, atrapalhando o silêncio e saúde dos moradores.

Há casos de condomínio que aprova a construção de laje ou a colocação de toldos para ampliar a garagem. Entretanto, se tal obra desvalorizar um apartamento, o proprietário deste pode impedir a cobertura por prejudicar a luminosidade ou ventilação da sua moradia, apesar de a maioria dos condôminos ser beneficiada com a laje.

O ato de colocar grades nas janelas do apartamento térreo para sua segurança não o autoriza a realizar essa obra de forma a servir de escada para criminosos acessarem o apartamento vizinho.

Do mesmo modo, é a construção de churrasqueira ou de cozinha de grande porte, pois deve-se levar em conta que a fuligem, cheiro e fumaça não pode incomodar as pessoas que ficam nas proximidades, podendo essas reclamarem também dos ruídos excessivos. Eliminar fumaça e odores desagradáveis é plenamente possível, conforme constata-se nas praças de alimentação dos shoppings centers, onde o direito de respirar é respeitado.

O cuidado deve ser tomado tanto em comércios, quanto em residências, pois a lei veda que qualquer propriedade venha a ser utilizada de maneira nociva.

O fato é que a maioria das pessoas têm bom senso, mas parece que alguns ignoram o que seja isso, cabendo o condomínio exigir o cumprimento de regras em prol da convivência respeitosa e saudável.

Sem sujeira de cachorro
15 Set 2017

Cansada de cocôs de cachorro nas ruas, enfermeira de Mogi cria porta sacolinhas e espalha pela vizinhança

 

Os cachorros e os moradores de um condomínio de César de Sousa, em Mogi das Cruzes, agora podem andar tranquilamente pela calçada e pelas ruas. Antes, era preciso desviar dos cocôs espalhados pela calçada.

Cansada de ver a situação se repetindo quando ia passear com seus cachorros, uma moradora decidiu deixar sacolinhas plásticas disponíveis em garrafas PETs na rua de seu condomínio para incentivar os demais moradores a recolherem as fezes dos animais.

As sacolinhas foram colocadas por Mariane Casa Branca Moura há duas semanas em garrafas plásticas. Ela recortou cada uma para fazer um puxador e ainda deixou um recado:

“Esqueceu a sacolinha para limpar a sujeira do seu cão? Retire aqui e mantenha nossa rua e gramados limpos. Você também pode colocar mais sacolinhas nas garrafas. Amamos nossos animais, respeitando a rua de todos.”

Antes da ação, Mariane disse que os cocôs se multiplicavam pelas calçadas quando ia passear com seus quatro cachorros. Em duas semanas, ela conta que a situação melhorou cerca de 90% só por conta de “um povo que ainda não enxergou a luz da civilização”, como ela mesmo brinca sobre os “desavisados” que ainda não levam a própria sacolinha para recolher o lixo dos cães.

O que mais deixou Mariane feliz foi o fato de que outros moradores aderiram à ideia e já estão repondo as sacolinhas nas nove garrafas plásticas espalhadas por ela. “Eu sei que foi bem aceito porque eu não fico repondo toda hora. Com o bilhetinho que eu coloquei, as outras pessoas estão reabastecendo as garrafas. Eu coloquei esse bilhetinho justamente para testar se o pessoal ia colaborar e eles estão pondo: todas as garrafas estão abarrotadas de saquinhos plásticos.”

No conjunto residencial onde Mariane mora não é permitido deixar os cachorros soltos dentro do condomínio. Passear com os cachorros e gatos é permitido somente nas calçadas e na rua. Foi lá que ela instalou nove garrafas, algumas amarradas entre os postes e outras nas árvores.

Neste período, o zelador já reparou que as calçadas estão mais limpas.

“Eu gosto dos animais, só que alguns donos deixavam as necessidades deles aqui na grama e o pessoal reclamava. Agora, com a ideia que ela teve, as calçadas não têm mais tanta sujeira e não tem reclamação. Melhorou muito e, inclusive, eu vou levar uma dessas garrafas que sobraram e deixar com um amigo meu de Jundiapeba que pediu para colocar lá no bairro dele”, conta Antônio José da Silva.

O morador Bebeto Santana, que estava passeando com seu cachorro, aprovou a iniciativa.

“É uma boa. Às vezes a gente tem muitas sacolinhas em casa e não sabemos o que fazer com elas.”

O zelador de um dos condomínios ainda instalou uma lixeira para que os moradores pudessem jogar a sacolinha cheia no lixo.

No mês de março, a Câmara de Mogi das Cruzes aprovou um projeto de lei que obriga os donos dos pets de coletar as fezes dos animais domésticos e dispensar o material em lixeiras “e que no caso de descumprimento ficará o infrator sujeito às cominações legais.”

A medida vale tanto para as ruas, quanto em parques e praças públicas, mas apenas em um caráter informativo, e não é aplicada nenhuma multa.

Shopping Rio Mar será o palco do maior evento para síndicos do Brasil
15 Set 2017

Não bastasse ser o maior e melhor encontro de Síndicos do Brasil, a Fesíndico 2017 vai acontecer no Shopping RioMar, local com muito mais acesso e maior conforto para seus visitantes.

 

A já consagrada Feira de Condomínios do Nordeste muda de lugar este ano. Após avaliação da comissão organizadora e de ter ouvido alguns síndicos, visitantes e expositores, o evento vai acontecer no conforto e comodidade das instalações do Rio Mar, que, além da maior proximidade da maioria dos condomínios da cidade, agrega outros valores, a exemplo de toda a estrutura de shopping que vai proporcionar aos visitantes, um melhor aproveitamento de todas as atrações da feira, entre elas, as já tradicionais palestras em forma de aulas show e as novidades em produtos e serviços para os condomínios.

A feira, anteriormente divulgada na grande mídia com a data de realização entre os dias 25 e 26 de agosto no Centro de Convenções de Pernambuco, troca de data, vai acontecer nos dias 15 e 16 de Setembro, no piso L3 do Rio Mar, e com isso terá seu horário ampliado, abrindo às 13h com fechamento às 22h.

Como já é tradição, a feira vai trazer as mais recentes tendências em produtos e serviços voltados às demandas da administração condominial, além das novas leis e ferramentas administrativas que influenciam no dia-a-dia do síndico, e o que é melhor, com todo o conforto de shopping.

Para os organizadores, essa será a melhor oportunidade para síndicos, condôminos, construtores, arquitetos, engenheiros, prestadores de serviços e profissionais ligados ao setor, conhecerem de perto temas que podem ajudar no enfrentamento à crise econômica pela qual passa o país. Na pauta do evento, 80 stands estarão expondo as novas tendências nas áreas de produtos e serviços que facilitam a administração de qualquer condomínio, além das palestras gratuitas que abordarão questões como: a crise e os condomínios; a nova lei de cobrança das taxas de condomínio; eficiência administrativa; automação predial (telemetria) e as já tão corriqueiras polêmicas, como o condômino antissocial, animais, fração ideal (taxa de condomínio da cobertura), síndico profissional, segurança, manutenção, e tudo o que o síndico precisa para ficar atualizado e para que não venha causar prejuízo ao seu condomínio, respondendo, em juízo, por isso.

A equipe de produção já está selecionando os temas mais importantes e formalizando convites aos principais palestrantes na área condominial, para formar a pauta didática do evento que será divulgada durante as próximas edições da RC. Desde já, podemos adiantar que temas relacionados à responsabilidade civil e criminal do síndico, processos judiciais de cobrança, manutenção predial e segurança patrimonial estarão entre os temas pré-selecionados.

A FESÍNDICO antecipa, a cada dois anos, as tendências de mercado e traz para os participantes as últimas novidades no segmento. Para Silvio Fonseca, organizador da feira, o evento atende às expectativas dos síndicos que procuram permanentemente por inovações que venham facilitar o dia-a-dia. “A Feira de Condomínios do Nordeste também é uma oportunidade de interação entre empresários do setor e síndicos, não só de Pernambuco, como de toda a região nordeste”, arrematou Silvio, que, após ouvir sugestão de síndicos e expositores, trouxe como grande novidade este ano, um novo local, o Shopping RioMar.

O EVENTO:

A FESÍNDICO disponibilizará 80 estandes no piso L3 do Shopping RioMar. A feira acontecerá durante os dias 15 e 16 de Setembro, os estandes estão sendo comercializados, nesta fase, com preço promocional. Quanto antes o empresário adquirir seu estande mais em conta fica o valor por m² e ainda tem a vantagem de escolher um local mais estratégico para o seu negócio.

Na área do evento ainda será montado um auditório com capacidade para 80 pessoas que abrigará todas as palestras.

SERVIÇO:

8ª Feira de Condomínios do Nordeste – FESÍNDICO

Local: Shopping RioMar - Av. República do Líbano, 251 - Pina - Recife/PE

Data: 15 e 16 de setembro de 2017, das 13h às 22h.

Entrada franca

Contato comercial: Silvio Fonseca – (81) 9 8707 7647

O consumo de energia do seu condomínio é uma grande dor de cabeça para você?
15 Set 2017

As medidas vão desde ações simples, como utilizar mais as escadas e trocar as lâmpadas por uma mais econômica, até soluções um pouco mais elaboradas – porém não impossíveis de serem implementadas – como a instalação de sensores de luz ou placas solares.

 

E são essas soluções que você começa a ver a partir de agora.

1. Faça uma planilha detalhando o consumo de cada mês

A planilha vai te ajudar a identificar como está o consumo de cada mês. A partir daí, é possível tentar detectar o que está gerando maior consumo.

Mas atenção! Na hora de comparar os gastos, relacione o período analisado com o mesmo do ano anterior. O consumo de energia é diferente em cada momento do ano.

É importante também não se apegar a valores em reais, uma vez que as tarifas sofrem variações. Detenha-se aos quilowatts (kw) que constam na conta de luz.

2. Escada ou elevador?

Um elevador está parado no 8º andar.

Você está no térreo.

Ao acionar esse elevador, considerando que o motor gasta 6kw para percorrer 1m/s, para chegar do 8º andar até o térreo, ele gasta 0,5kw de energia apenas nesta viagem. Se isso acontece 100x em um único dia, são 50 kw gastos. No mês, considerando essa mesma média, será 1500 kw, o que significa aproximadamente R$ 1.100,00*.

Como melhorar esta condição? Utilizando mais as escadas. Uma ação que vem com um “bônus”:

A cada degrau que você sobe, perde em média 0,15kcal. Parece pouco? Subindo 20 degraus por dia em um ritmo normal, são 84 kcal no mês. Uma barrinha de cereal a menos sem ter que alterar a dieta!

E a brincadeira pode ficar ainda melhor se você fizer dessa subida uma série um pouco mais, digamos, elaborada.

Quem precisa de academia quando tem escadas?

3. Iluminação na Garagem

Na garagem, usar lâmpadas fluorescentes, pintar a parede com cores claras (para favorecer a iluminação natural) e iluminar apenas áreas de circulação de veículo (e não os boxes) são algumas medidas que podem ser discutidas pelo conselho do condomínio.

4. Desligar as luzes da área comum manualmente em períodos de menor fluxo de pessoas

Trabalhoso, mas dispensa o uso de sensores – uma decisão que demanda a colaboração de todos.

Mas caso não funcione, vale considerar a próxima dica...

5. Instalação de minuterias e sensores de luz

Esqueceu de apagar a luz ao sair? Com essa solução você não precisa mais se preocupar com isso:

As minuterias e sensores atuam, muitas vezes, juntas. Estamos falando daquele sistema de luz, que acende automaticamente quando a pessoa chega ao local, ou dos temporizadores, que mantem a luz acesa por um per Simples, confortável e eficiente.

Achou essa dica interessante?

Sugiro que você consulte esta matéria, que registra cuidados que devemos ter em relação à instalação de sensores.

6. Utilizar poucas lâmpadas de várias intensidades

Você sabia que nem todos os ambientes precisam de uma lâmpada com tanta voltagem?

Em um ambiente amplo, por exemplo, muitas vezes vale mais a pena utilizar poucas lâmpadas com maior intensidade ao invés de muitas com pouca voltagem.

Converse com seu eletricista e peça para que ele monte um projeto com você!

Essa dica funciona melhor se a o item anterior já estiver em funcionamento, uma vez que os sensores amenizam bastante o desperdício de energia.

7. Placas solares

Esta solução é um pouco mais engenhosa, mas se mostra eficiente principalmente para aquecer a água do chuveiro, ou até mesmo iluminar áreas de uso comum.

Vale a pena consultar uma empresa para analisar se o investimento compensa!

8. Elevadores

Entre os vilões do consumo de energia, os elevadores estão logo no topo.

A solução mais simples está aliada com a segunda dica, mas outras ações contribuem para esta redução, como mantê-lo desligado em horários de menor uso, sempre que possível

Outra solução da série elevador + redução de consumo de energia é a modernização do equipamento. Mas essa se aplica apenas em alguns casos.

O investimento é considerável? É.

Mas, se o seu elevador já está apresentando “problemas de velhice’’, vale a pena pensar no assunto.

Só com a troca do motor e a combinação de uma gestão eficiente de energia, é possível reduzir em até 70% o consumo. Falamos mais sobre a modernização neste post.

Na maioria dos casos, o investimento se paga nos próximos quatro anos (as peças da Neomot possuem garantia de cinco).

Cansou?

Calma aí, tem só mais uma coisa que eu quero te falar:

A sustentabilidade destas dicas vai muito além do impacto no seu bolso.

Soluções e alternativas para a redução do consumo de energia elétrica existem várias.

Mas não podemos nos esquecer de um benefício que vai além da economia de dinheiro: a sustentabilidade do nosso Planeta.

As hidroelétricas, nossa principal fonte de energia, ao serem instaladas alteram bastante o ecossistema do local – além de demandar um grande volume de água para funcionar, outro recurso cada vez mais escasso (e talvez até mais problemático do que o consumo de energia) da nossa Terrinha.

Então, qualquer investimento e esforço para reduzir o consumo de energia elétrica são bem-vindos, não acha?

Acidentes com crianças  em condomínio
15 Set 2017

Veja dicas de como prevenir essa situação no seu condomínio

 

Adotando algumas medidas simples, como um piso emborrachado no playground e protetores nas tomadas, dá para deixar os pequenos mais seguros

Piscinas sem grades de proteção e com azulejos escorregadios ao redor. Brinquedos com parafusos soltando no playground. Tomadas de alta tensão desprotegidas no salão de jogos. Todas essas situações geram riscos de acidentes para crianças em condomínios residenciais.

Uma queda, por exemplo, pode causar um trauma grave na cabeça. Crianças desacompanhadas em áreas com água podem até mesmo sofrer de afogamento secundário, do tipo que apresenta sinais várias horas depois, conforma alerta a tenente Rafela Diotalevi, oficial de comunicação social do Corpo de Bombeiros. Por isso, todo cuidado é pouco.

Tanto é que hoje existem no mercado iniciativas voltadas a condomínios para prevenção de acidentes. É o caso do Angelino, programa que, depois de cerca de 10 anos atuando com informações em livros para segurança infantil, passou a fornecer consultorias para escolas e condomínios. “A ideia surgiu quando percebi que as orientações de segurança precisavam ser readequadas para o público infantil”, diz Renato Cavalher, idealizador.

Ele e a sócia e esposa, Daniela Capeletti, fornecem um serviço composto por quatro etapas com o Angelino. A primeira é a avaliação das estruturas comuns do condomínio, que culmina com um diagnóstico e um relatório abordando os pontos críticos e os vulneráveis.

“Isso é feito a partir da perspectiva da criança, como ela enxerga tudo”, explicam.

Depois, realizam um treinamento de seis horas com os funcionários do condomínio. “Todos vão, eventualmente, deparar-se com uma situação em que alguma criança está em risco”, ressaltam. Em um terceiro momento, são feitas atividades educativas com os pequenos e, por último, uma palestra com os pais, para alertar sobre os maiores perigos e como preveni-los.

Um condomínio localizado no Portão, em Curitiba, contratou o programa e adotou as medidas no ano passado. “Temos 1,8 mil moradores e mais de 100 crianças. Optamos pela consultoria para prevenção. Após a implantação, as áreas infantis passaram a ser muito mais usadas”, afirma o síndico, Maicon Guedes, que também é diretor da Informma Administradora. “Com as medidas, ficamos mais seguros, temos certeza de que nossos filhos estão protegidos”, diz o morador Luiz Fernando Levandoski, professor que tem duas filhas, uma delas de 7 anos que usa constantemente o playground do complexo.

Piscina

Afogamento é a segunda causa de morte entre crianças no Brasil, segundo pesquisa da ONG Criança Segura, ficando atrás apenas de acidentes de trânsito. “Basta uma lâmina de três centímetros de água para uma criança se afogar”, alertam Cavalher e Daniela. Levando essa estatística em consideração, a proteção da piscina em condomínios é muito importante.

Instalar portões ou grades no entorno da piscina também é uma forma de evitar que crianças desacompanhadas acessem a área. Pisos antiderrapantes ao redor evitam que elas escorreguem e caiam.

“Em muitos lugares, é uma questão de desinformação, de as pessoas não saberem que há recursos para proteger mais essa área”, afirma a coordenadora nacional da Criança Segura, Gabriela Guida de Freitas. Ela explica que há formas de regular o bombeamento de água, por exemplo, para que fique condizente com o volume, evitando muita força nos ralos. Outra solução para proteger os ralos é instalar grelhas protetoras, que evitam que cabelos e partes do corpo sejam sugados.

Playgrounds e brinquedotecas

“A criança vai cair no parquinho, é um fato. A questão é o que fazer para evitar que a queda cause algo grave”, diz Gabriela. Para isso, alguns cuidados podem ser tomados no playground, como instalar pisos emborrachados específicos que amortecem impactos.

Para que as crianças não se machuquem com parafusos soltos, pode-se lançar mão de protetores. As quinas dos brinquedos devem ser arredondadas. Em gangorras e outros brinquedos que contem com apoio de mão, o ideal é protegê-lo com borracha, para que as rebarbas do metal não cortem.

Após o trabalho do Angelino no condomínio administrado por Guedes, os brinquedos no plauground ganharam protetores para parafusos.

As bordas dos brinquedos foram arredondadas e as barras para mãos ganharam proteção, para evitar que as rebarbas do metal machucassem as crianças. Foto: André Rodrigues/Gazeta do Povo

Nas brinquedotecas, o piso emborrachado de EVA deixa o ambiente mais seguro para os pequenos. Prateleiras e armários sem quinas vivas são os mais indicados. Para isso, dá para lixar ou instalar proteções de silicone. Tomadas devem sempre contar com protetores. No banheiro, é muito importante manter o vaso sanitário fechado com trava.

Escadas e elevadores

Como as crianças costumam correr nas escadas, elas são lugares propícios para quedas, confirme explica a tenente Rafela, do Corpo de Bombeiros. Uma forma eficaz de evitar acidentes é usar piso ou faixas antiderrapantes.

No caso dos elevadores, é preciso que a criança esteja sempre supervisionada. Isso porque ela pode querer forçar a abertura da porta, mesmo quando o elevador não está posicionado. “Às vezes elas veem em filmes e tentam imitar. Por isso, é muito importante que os responsáveis falem para elas nunca tentarem algo parecido”, explica a tenente.

Garagens

Crianças nunca devem estar desacompanhadas na garagem, reforça Gabriela, da Criança Segura.

“Por serem menores, muitas vezes ficam no ponto cego do carro, o que facilita um atropelamento”, explica. “A forma de prevenir acidentes é impedir o acesso delas ao local sem acompanhamento”, afirma.