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Confira dicas fundamentais para segurança preventiva em

apartamentos e casas nesta época do ano

 

Final de ano, época de festas e agitação e também período em que se iniciam as viagens de férias. Alguns saem na segunda quinzena de dezembro, outros em janeiro e tem também quem prefere o mês de fevereiro, com o feriadão do carnaval. Mas neste período não dá para se preocupar apenas com as festividades de Natal e Réveillon, passagens, o trânsito, o clima, as malas e etc., é necessário também se preocupar com a segurança em que ficará sua casa ou apartamento. Afinal, sem pessoas dentro de casa para tomar conta será necessário se precaver contra invasões e furtos indesejáveis.

Infelizmente é nesta época que costuma aumentar o número de furtos ocorridos em residências, apartamentos, condomínios e empresas. Os espertalhões aproveitam a ocasião das festas, quando as pessoas estão mais preocupadas com as festividades e assim deixando por mais tempo suas residências vazias e desprotegidas.

Todo condômino deve tomar algumas atitudes fundamentais que fazem toda a diferença no final do ano. A segurança do condomínio fica mais frágil com as festividades de natal e ano novo, pois cresce o número de visitantes nas residências. Os que receberão amigos e familiares em casa devem entregar uma lista na portaria com os nomes, para que sejam melhores identificados, e mesmo assim, quando chegarem devem ser anunciados pelo porteiro.

Nesta época do ano, também cresce o número de entregas de presentes, cestas, comidas encomendadas, flores etc., e esses prestadores de serviço não podem ter acesso à área interna se o morador não estiver ou não autorizar. Nesta hora os profissionais de portarias são fundamentais e devem ser ágeis para impedir que a grande movimentação se torne um risco para o condomínio. Pois de nada adianta gastar valores altos no melhor circuito interno de câmeras para monitoramento, se falhar em algo primordial, que é a identificação de visitantes.

Já para quem irá viajar, há diversas atitudes preventivas que gerarão segurança domiciliar como, por exemplo, manter a discrição e privacidade dos detalhes da viagem, como local, data de saída ou chegada. Deve-se levar em consideração que um dos funcionários de sua casa pode inocentemente comentar com alguém de fora, que pode não ser uma pessoa bem intencionada.

É necessário tomar alguns cuidados para que a ausência do morador da casa ou apartamento não seja percebida por estranhos durante sua viagem. Para isso é melhor não deixar evidente que a residência está vazia, uma alternativa pode ser o uso de temporizadores ou fotocélula nas lâmpadas para que elas apaguem durante o dia e acendam a noite. Pois se deixar uma das lâmpadas acessa o tempo todo ai sim demonstrará que realmente não tem ninguém. Outra atitude é suspender a entrega de revistas e jornais.

Mas há também como avisar uma pessoa de confiança, como parente, vizinho ou amigo que estará viajando e por quanto tempo ficará fora, para que ele retire a correspondência da casa ou na portaria e cuide do local, limpando a frente e o quintal. Esta pessoa com certeza entrará em contato caso aconteça alguma coisa. É importante, no caso de condomínios, que o zelador seja previamente informado e o condômino também deve fazer uma autorização, caso queira que alguma pessoa, ou empregado entre no apartamento ou casa durante a ausência.

Como a portaria acompanha a rotina de um condomínio, é muito difícil os profissionais desta área não notarem a ausência de algum morador. Por isso, é recomendável que os porteiros sejam contratados através de empresa terceirizada confiável, que ofereça um treinamento especializado de atendimento, discrição e segurança preventiva. Por ser profissional e especializada, a empresa contrata após verificar o histórico profissional e pessoal do porteiro, investigando antecedentes criminais, conduta e indicação. Porém, quando contratados diretamente no condomínio, essa contratação não dispõe desses recursos, que impeçam maus profissionais de adentrarem em um ambiente onde se deve prezar pela segurança.

Confira abaixo alguns procedimentos que garantem maior segurança em caso de ausências por viagens:

• Estranhos não precisam conhecer detalhes sobre sua viagem. Mantenha a discrição.

• Mantenha fechadas as janelas, portas e carro que fique estacionado na garagem.

• Esqueça o truque manjado da luz acessa o dia todo, use temporizadores nas luzes internas e externas.

• Solicite a interrupção da entrega de jornais dos quais seja assinante ou peça para alguém retirar.

• Não deixe chaves com empregados, exceto em casos de confiança absoluta.

• Peça a alguém que limpe as áreas que ficam à vista de todos e não fazem parte da limpeza geral do condomínio. O excesso de sujeira e folhas pode ser um sinal da casa vazia.

• Não deixe mensagens em sua secretária eletrônica dizendo que estará de férias, mantenha aquela habitual.

Publicado em Dezembro 2016

Condomínios têm ficado mais atentos com os gastos com água, energia, materiais de consumo e até mão de obra

 

Não há como negar que, em tempos de crise, a maior preocupação de qualquer pessoa, empreendimento ou gestor é reduzir os gastos relacionados a qualquer atividade que executam. Para os condomínios essa realidade não é diferente, visto que esse é um conjunto de pessoas que, reunidos, arcam com os custos relacionados ao funcionamento do local onde moram juntos.

Para driblar a crise, portanto, condomínios têm ficado mais atentos com os gastos com água, energia, materiais de consumo e até mão de obra, para poder minimizar o valor da mensalidade paga pelos condôminos e, é claro, evitar o maior número de inadimplentes devido à dificuldade para arcar com esses custos. Esses cortes podem ajudar a reduzir os valores do condomínio em mais de 30%, sem afetar a qualidade de vida oferecida pelo ambiente se realizados de maneira bem estruturada.

Uma alternativa interessante encontrada por síndicos e gestores de condomínios em todo o Brasil é a terceirização de alguns serviços que, por muito tempo, eram tidos como presencialmente obrigatórios: faxineiros, jardineiros e, especialmente, serviços de portarias.

Era impossível imaginar, algum tempo atrás, folhas de pagamento de funcionários de condomínios sem esses profissionais. Entretanto, com a alternativa oferecida por empresas que são capazes de terceirizar esse serviço mantendo a qualidade e cobrando menores valores no contrato, tem mudado completamente a realidade desses estabelecimentos.

A terceirização dos serviços de portaria, especificamente, pode ser feito de duas maneiras: com uma equipe de funcionários presentes no local, que substituem os porteiros contratados diretamente pelo condomínio – passando essa gestão de folha para a empresa contratada – ou com um serviço de portaria virtual.

A portaria virtual é uma novidade muito interessante que tem sido cada vez mais procurada por responsáveis pela gestão de condomínios residenciais e comerciais. Ela consta em uma instalação de um serviço eletrônico, na portaria, que coloca o visitante em contato direto com uma central de gestão de portaria, localizada fora do condomínio.

Esse tipo de portaria ajuda a reduzir os custos porque vários condomínios podem ser gerenciados por um número menor de profissionais, diluindo os encargos trabalhistas entre eles e permitindo a empresa contratada a cobrar um valor menor pelo serviço.

Além da redução dos custos relacionados com a contratação desse serviço, a portaria virtual também oferece maior segurança para condôminos e visitantes, visto que não existe contato físico entre o responsável pela liberação da porta de entrada e o interessado em entrar no condomínio.

Como a grande maioria dos incidentes em grandes condomínios é causada pela possibilidade de render um porteiro, colocá-lo em um ambiente onde não exista a possibilidade de contato pode minimizar esses riscos.

Para os gestores e síndicos de condomínios que estão interessados em contar com esse tipo de serviço, minimizando seus custos em tempos de crise, já existem empresas em todo o Brasil oferecendo esse tipo de atendimento. Basta tomar o primeiro passo para diminuir o peso da mensalidade para todos os condôminos.

Publicado em Dezembro 2016
Sábado, 14 Janeiro 2017 10:52

Barulho no condomínio

Há um nível máximo de barulho permitido, regulamentado pela ABNT

 

A política da boa vizinhança em condomínios depende da cooperação entre os moradores e respeito às regras. Uma das reclamações mais constantes é o excesso de barulho nos apartamentos. No entanto, em alguns casos não é apenas uma advertência dada pelo síndico que resolve a situação, e sim medidas extremas previstas em lei, como multa e até prisão.

Em algumas cidades, pode haver também uma legislação municipal que prevê multa. Além disso, os regimentos internos também trazem algumas recomendações para a política da boa vizinhança.

O advogado Thiago Vicente Sampaio da Silva explica que a Norma Brasileira (NBR) 10.151/2000, da Associação Brasileira de Normas Técnicas, regulamenta que o ruído em áreas residenciais não ultrapasse os limites do barulho estabelecidos de 55 decibéis durante o dia, das 7h às 20h e 50 decibéis para o período noturno, das 20h às 7h.

“Se o dia seguinte for domingo e feriado, o término do período noturno não deve ultrapassar das 21h”, comenta o especialista.

Segundo o advogado, a maioria das convenções coletivas regulamenta a limitação do barulho após as 22h, porém, isso não quer dizer que antes deste horário possa haver ruídos excessivos, uma vez que o Código Civil, caracteriza como “direito do condômino, seja ele proprietário ou apenas possuidor, fazer cessar as interferências prejudiciais à segurança, sossego e à saúde dos que habitam, provocadas pela utilização da propriedade vizinha, independente do horário”.

Fábio Rodrigues tem 26 anos e conta que se preocupa em não incomodar seus vizinhos na hora de utilizar aparelhos domésticos e eletrônicos que façam barulho. “Tento também não abusar do som alto quando recebo visitas. Nunca discuti com ninguém por conta disso, mas quanto me sinto incomodado, denuncio ao síndico”, conta o supervisor de produção.

Fábio diz ainda que conhece as recomendações do condomínio sobre a questão do barulho e, por isso, tenta cumpri-las.

Os condôminos incomodados não têm responsabilidade sobre o som alto de terceiros, mas têm o direito de fazer cessar o barulho, bem como é sugerido que procurem o síndico do condomínio para reclamar e contate as autoridades fiscalizadoras.

Publicado em Dezembro 2016
Sábado, 14 Janeiro 2017 10:51

Locação curta

Proprietários não podem colocar segurança de todos em risco

 

O país esta enfrentando uma das maiores crises de sua história. Todos os segmentos estão enfrentando enormes dificuldades. Diariamente, acompanhamos os jornais e as notícias são de empresas cortando funcionários e empresas pedindo falência.

Os imóveis então, esta cada vez mais difícil vender ou comprar pois os bancos restringiram o crédito com medo de calotes.

Ainda sobre os imóveis, outra área que esta sofrendo com a crise são as locações, em especial nos condomínios.

Geralmente as locações residenciais são realizadas pelo prazo de 30 (trinta) ou no mínimo de 12 (doze) meses.

Acontece que muitos proprietários de imóveis em condomínio estão locando imóveis por semana e as vezes por final de semana, são as chamadas locações por temporada, muito utilizada em casas de veraneio (praia ou campo).

Mas os síndicos e moradores de condomínios estão muito assustados, reclamam que toda semana existem pessoas diferentes nessas unidades, causando uma sensação de insegurança.

Vale destacar que a Lei de locação não proíbe isso, desde que seja para fins residenciais. O que não pode ocorrer é locação para fins comerciais dentro dos condomínios.

Realmente trata-se de uma situação atípica para os condomínios, porém, é um direito relacionado a propriedade.

Cabe aos condomínios exigir do proprietário, locador do imóvel, apresentação de contrato e cadastro dos moradores para evitar problemas e identificar quem esta frequentando o prédio.

E não se esquecer de aplicar a regras previstas na convenção de condomínio e regulamento interno. Se o ocupante da unidade causar um grande transtorno, majorar a multa.

Também é fundamental pedir para todos os moradores relatarem os excessos.

Somente após esses relatos será possível adotar outras providências em face dessa unidade.

Publicado em Dezembro 2016
Sábado, 14 Janeiro 2017 10:49

Dengue nos condomínios

Empreendimentos devem se manter alertas para manter

mosquito longe

 

As altas temperaturas registradas nos últimos dias e a incidência de chuvas favorecem a proliferação do Aedes aegypti. O alerta aos moradores de condomínios sobre a importância de eliminar criadouros do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya deve ser feito.

Segundo o Ministério da Saúde, 80% dos focos estão dentro das próprias residências. O dado reforça a necessidade do trabalho individual de eliminar água parada dentro de casa, em vasos de plantas, pneus e garrafas, entre outros objetos. É importante que síndicos, administradoras e moradores de condomínios atuem conjuntamente na guerra contra o Aedes. Esta união para a adoção de simples medidas pode salvar vidas.

A eliminação de possíveis focos começa nas varandas dos imóveis, especialmente com a verificação de vasos de plantas. A orientação é que os pratos sejam furados ou// preenchidos com areia. Comedouros de animais precisam estar constantemente limpos.

Fora dos apartamentos, o principal alvo na varredura é o fosso do elevador. O local é um dos favoritos do Aedes por também acumular água. O mosquito, ao procriar, acessa os andares e pica os moradores. Os ovos colocados pela fêmea, além disso, são resistentes e podem sobreviver por quase dois anos.

Nas áreas comuns, cuidado redobrado. Garagens, por exemplo, são ainda mais propícias para a procriação do mosquito devido ao ambiente pouco iluminado. No caso de ralos internos, uma dica para impedir a procriação do mosquito é a instalação de tela de nylon. Uma solução para ralos internos é optar por tampas que abrem e fecham.

Tambores e guaritas com laje requerem atenção para eliminar possível acúmulo de água. É necessário manter canaletas limpas para que a água da chuva escoe.

Deixar fechados os sanitários que não são utilizados diariamente, como de salão de festas ou da piscina, é mais uma medida que dificulta a proliferação, assim como acionar a descarga semanalmente e colocar duas colheres de sopa de sal na água de sanitários que são pouco utilizados.

Usar cloro no período adequado – a evaporação do produto ocorre totalmente em até dez dias – também entra na lista de tarefas para combater o Aedes. Ainda assim, clorar a piscina representa só uma etapa do processo. A limpeza da borda com bucha ou vassoura, evita a colocação de ovos. Recomenda-se a filtragem e controle do PH da água diariamente.

Adaptação

Mais resistente, o Aedes aegypti tem se adaptado a diferentes condições que favorecem sua proliferação. Estudo da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro revela que o mosquito agora se desenvolve no período do frio e que há presença de larvas também em água suja.

Combater o mosquito Aedes tem sido um desafio em Bauru. Agentes da Vigilância Sanitária percorrem bairros onde há maior incidência dos casos e continuam encontrando criadouros com larvas. Até o início de novembro, a cidade teve 1.358 casos confirmados de dengue, com uma morte. Também foram identificados quatro casos de zika vírus e um de chikungunya.

Sintomas das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti*

•Dengue – A dengue pode levar à morte. Os primeiros sinais de infecção são febre alta, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulação, fraqueza, erupção cutânea e coceira. Também são sintomas comuns perda de peso, náuseas e vômito. Em quadros mais graves há dor abdominal intensa e sangramento de mucosas.

•Zika – Silencioso, o vírus Zika não desenvolve manifestações clínicas em 80% dos casos. Dores de cabeça e nas articulações, coceira e vermelhidão nos olhos e febre baixa são os sintomas mais comuns. Em menor escala estão associados à doença inchaço no corpo, dor de garganta, tosse e vômito. Os sintomas podem desaparecer em até sete dias, mas dores nas articulações podem persistir por um mês. Em 2015, foi registrado um óbito pela doença.

•Chikungunya – Febre alta, dores intensas nas articulações, pés e mãos, dedos, tornozelos e pulso são sinais típicos da doença. Pode haver ainda dores de cabeça, nos músculos e o surgimento de manchas na pele. A pessoa infectada uma vez com chikungunya fica imune pelo resto da vida. O mosquito adquire o vírus ao picar uma pessoa infectada enquanto há manifestação em seu organismo, o que pode ocorrer por até 12 dias.

Publicado em Dezembro 2016
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