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Portaria virtual reduz em até 80% custos de condomínios

No Brasil, esse sistema está em funcionamento há cinco anos, e a

Paraíba foi pioneira na tecnologia

 

Um problema que atinge muitos, senão todos, os condomínios é o alto custo orçamentário com mão de obra, seja ela terceirizada ou não, motivo mais que suficiente para os elevados valores das taxas condominiais. E isso é quase regra geral em quase todos os condomínios, ao ponto de qualquer reforma estrutural, por vezes, exigir dos condôminos a temida taxa extra.

Para ajudar na redução dos custos e proporcionar uma folga no orçamento desses empreendimentos, a portaria virtual surge como solução que propõe, além da melhoria do serviço e segurança, uma economia mensal que pode chegar a 80%.

No Brasil, esse sistema está em funcionamento há alguns anos, e deverá está chegando na RMR nos próximos meses – fruto da iniciativa pioneira da Administradora Inaldo Dantas, que resolveu apostar nesse nicho. “Além de proporcionar uma significativa redução no valor da taxa ordinária de condomínio, a portaria virtual ainda traz mais segurança ao prédio” afirma Silvio Fonseca, sócio da empresa. A portaria virtual veio para trazer mais segurança e mais conforto, com todos os processos bem estruturados”, destaca Silvio.

Economia

A tecnologia foi desenvolvida exclusivamente para as portarias dos condomínios, adaptando-a para portarias. “Ela funciona, sem a presença de qualquer porteiro físico, em condomínios com até 30 ou 40 unidades (apartamentos), já que o serviço inclui atendimento de visitantes, abertura e fechamento de portas e portões, dependendo do caso, onde, através de uma central de monitoramento, o profissional de segurança atende a vários condomínios simultaneamente. E é aí onde mora a redução dos custos, porque, em vez de um porteiro para cada empreendimento, esse valor é rateado entre vários condomínios. “Uma portaria presencial tradicional (24 horas) custa, em média, R$ 10 mil a R$ 12 mil mês, enquanto a portaria virtual custa em torno de R$ 2 mil a R$ 3 mil, com 24 horas e livres de encargos, pois não existe isso”, detalhou Silvio. Ele relatou que o primeiro condomínio a utilizar esse serviço foi na cidade de João Pessoa administrado pela matriz da administradora Inaldo Dantas, com sede naquela capital, e está funcionando desde o ano de 2010 satisfatoriamente. Hoje, mais de 20 Condomínios já estão sendo atendidos pela Administradora naquela cidade e estamos expandindo o atendimento para a grande Recife, revelou Silvio. Este serviço proporciona economia de mais de 80 mil reais ano para o condomínio que hoje mantém porteiros físicos no plantão 24 horas. “Mensalmente, a redução gira em torno de 80%, com uma média de R$ 7 mil a R$ 9 mil por mês”, reforça.

Segundo Silvio, a tecnologia é adaptável a qualquer condomínio, novo ou antigo, independentemente da quantidade de apartamentos por pavimento.

Segurança

Além da economia, a qualidade do serviço aliada à tecnologia são evidentes. Segundo estudos feitos em São Paulo, mostram que 70% dos porteiros noturnos dormem. Isso, segundo Silvio, “é muito perigoso e um custo desnecessário. Com os nossos operadores isso não ocorre, pois eles são treinados a não liberar quem não esteja realmente autorizado a entrar. A segurança do condomínio não está só em câmera e alarme, mas também em quem entra”.

Ainda quanto a acessos, cada morador tem seu controle cadastrado (veículos), assim como os pedestres, que recebem um cartão com chip, também cadastrado em seu nome. Para garantir o funcionamento ininterrupto da portaria, são instalados links dedicados. Com isso, o operador pode recepcionar quem chega e registrar todo o processo, da chegada à saída. Tudo é gravado e há um diferencial: na portaria presencial, tudo é registrado em papel e pode vir a se perder, mas com a gente não, pois é gravado e monitorado, com vídeos e áudios, isento de falhas”.

Outra vantagem foi apontada diante de uma situação de invasão. Para Silvio, esse é um grande ponto forte, pois com o porteiro presencial rendido, não há o que fazer. “No sistema virtual, nossos operadores estão seguros e têm a liberdade de acionar os moradores, ou a Polícia, tomando todas as atitudes cabíveis”.

Perspectivas

Diante da crescente demanda, Silvio comemora os números já alcançados em João Pessoa e projeta crescimentos vultosos, já que à partir deste ano o sistema será implantado na filial pernambucana. Hoje, a empresa já atende aproximadamente 30 condomínios. A perspectiva é de instalar a portaria virtual em 100 condomínios na RMR até o final do ano, “já que existe demanda e mercado”, salientou o executivo da ID. “Pela ótica dos empreendimentos, nossa expectativa de economia nos condomínios, este ano, é de mais de R$ 800 mil, dinheiro esse que pode ser revertido em melhorias no local, por exemplo”, estimou. Para ele, essa é uma tendência irreversível em condomínios menores, que nos próximos anos, mudarão para a portaria virtual.

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